Portal Euclidense: NA CIDADE DE EUCLIDES DA CUNHA-BA, VEREADOR ADRIANO REIS PERDE AÇÃO NA JUSTIÇA CONTRA ATIVISTA DAS CAUSAS DE PROTEÇÃO ANIMAL E AMBIENTAL.

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sábado, 8 de maio de 2021

NA CIDADE DE EUCLIDES DA CUNHA-BA, VEREADOR ADRIANO REIS PERDE AÇÃO NA JUSTIÇA CONTRA ATIVISTA DAS CAUSAS DE PROTEÇÃO ANIMAL E AMBIENTAL.

Após o vereador José Batista dos Reis ( mais conhecido como Adriano Reis ) da cidade de Euclides da Cunha-Ba, ser flagrado nas eleições no dia 15 de novembro de 2020, através de vídeo em áudio e imagem em movimento, trancado e contabilizando seus votos dentro de um colégio eleitoral municipal do povoado de Serra Vermelha na cidade de Euclides da Cunha-Ba. Desprovido do uso obrigatório de sua máscara de proteção individual e coletiva e desobedecendo as regras eleitorais e leis sanitárias de combate aos índices de infestação comunitária pelo novo corona vírus (covid19), a justiça negou seu pedido de indenização por danos morais contra o acadêmico em Direito e ativista das causas de proteção animal e ambiental Uálisson Oliveira da Mota (Uálisson Mota).
Veja o vídeo


A conduta reprovadora e muito suspeita do vereador, chamou a atenção de toda sociedade do estado da Bahia, inclusive o presidente municipal do partido AVANTE, senhor Eugênio Dantas, que dentro de sua constitucionalidade e legalidade eleitoral, ameaçou a representação através de requerimento na justiça eleitoral em sua rede social publicado dia 21 de novembro 2020 para que fossem apurados os supostos fatos de crimes eleitorais na região em face da conduta atípica do vereador Adriano Reis.


Ocorre que, o ativista e protetor dos animais e do meio ambiente Uálisson Mota, relatou os fatos ocorridos em sua página oficial de sua facebook, obedecendo todos os princípios da legalidade das leis e do marco civil da internet. Em entrevista, o polêmico ativista diz:

‘’ O magistrado fez justiça; a justiça está de parabéns! Pois nossa Constituição Federal de 1988 (CF/88) em seu art. 5º, incisos IV e IX, assegura a liberdade limitada de expressão ao cidadão brasileiro, além do reforço do Marco Civil da Internet art.3º inciso I e IV garantir o princípio da neutralidade da rede social facebook em relação ao vídeo do vereador em áudio e imagem em movimento, porque não houve excessos de minha parte, portanto a minha publicação vai continuar publica a toda sociedade, cabe agora o vereador explicar a sociedade sobre sua conduta reprovadora pois o vereador deveria mesmo era trabalhar em defesa do povo, fiscalizando e denunciando as irregularidades da prefeitura e não cidadãos de bem com finalidades inúteis de tentar ganhar dinheiro com ações infundadas em minhas costas, não foi desta vez vereador, perdeu seu tempo e agora caso o magistrado não tenha  deferido o pedido de justiça gratuita, o vereador vai ter que pagar as custas processuais e os honorários advocatícios ao seu advogado, eu avisei ’’.



Uálisson Mota 

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